quinta-feira, 18 de agosto de 2016

 O inexistente Purgatório católico.


Segundo a Palavra de Deus, o tal Purgatório católico é aqui na Terra:



 “Seja este homem entregue a Satanás para destruição da carne, para que o espírito seja salvo no Dia do Senhor Jesus”. 1 Coríntios 5:5

Dentre esses se contam Himeneu e Alexandre, os quais entreguei a, Satanás para serem castigados, afim de que não blasfemem mais”. 1 Timóteo, 1.20.


Eu, Waldecy Antonio Simões, internauta ativo na propagação da Palavra de Deus, pertenço a uma das 398 congregações pelo mundo que santificam o sábado como o Dia do Senhor, portanto somos os remanescentes que não aceitaram a subserviência ao papado romano de tantos erros. Siga o Link:


http://gospel-semeadores-da.forumeiros.com/t12521-todas-as-igrejas-que-guardam-o-sabado. 

“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27


Muito pior que interpretar errado uma revelação bíblica é inventar tolices que não cabem nas Escrituras e as ensinar como "Verdade", e o tal Purgatório é a pior delas.

“Mas, ainda que nós, ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue o Evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja amaldiçoado”. Paulo, em Gálatas, 1.8.

Em Apocalipse 22:18 e 19 o Senhor Deus roga terríveis maldições a todos os que tentarem mudar textos das Escrituras. Portanto, o clero católica sofrerá tais maldições, pois tentam se fazer entender que o tal Purgatório é bíblico.

Paulo, o apóstolo que falava e escrevia iluminado pelo Espírito Santo, nos mostra que o sofrimento (aliado ao arrependimento) limpa a alma preparando-a para a salvação na eternidade. Esses dois preceitos abaixo nos mostram que o tal "Purgatório" acontece aqui na Terra:

“Seja esse homem entregue a Satanás, para mortificação do seu corpo, a fim de que sua alma  seja salva no dia do Senhor”.            Concessões do Senhor Deus, na Primeira Carta aos Coríntios,  5.5.

Dentre esses se contam Himeneu e Alexandre, os quais entreguei a, Satanás para serem castigados, afim de que não blasfemem mais”. I Timóteo, 1.20.

Segundo as Escrituras, será amaldiçoado todo aquele que pregar um Evangelho diferente do original e pelo original, o tal Purgatório nunca existiu...


O estranho modo de fazer um ser humano contar seus pecados a outro, também pecador, só foi criado no século 13. E antes, quando não havia essa estranha invenção? Coisas de insólita doutrina católica.

A doutrina do purgatório, algo estranho e absolutamente inexistente no Evangelho, começou a ser inventada no século 11. Mas segundo as Raízes da Igreja o Purgatório só foi oficializado no Concílio de Lyon, em 1274, depois pelo Concílio de Florença, 1438, e finalmente oficializado completamente no Concílio de Trento, que começou no ano 1545,  séculos todos em que o papado romano manteve a pavorosa Inquisição aos que não se submetiam à doutrina católica a ao papado em si.

Portanto, o fantasioso lugar de sofrimento breve NÃO existia no cristianismo e hoje só “existe” em decorrência da heresia do clero católico em querer inventar adendos não constantes no Evangelho de Jesus, a Derradeira Mensagem de Deus aos homens antes do Grande Dia de Jesus, quando a Verdade de Deus e a Justiça finalmente nos alcançarão.

O Purgatório é o pior de todos os adendos católicos em sua doutrina, e é galinha de ovos de ouro do Vaticano, pois o papado romano recebe centenas de milhões de dólares semanalmente, arrecadados pelo mundo inteiro, com as missas encomendadas pelos mortos. Segundo o jornal O Estado de São Paulo, do dia 28 de agosto de 1985, o Vaticano é a corte mais suntuosa da Europa. O Vaticano aplica os proventos desse comércio das almas penadas de tal forma que possuem extensas terras e fazendas pelo mundo, bancos próprios e edifícios. Segundo o jornal, presentemente católicos americanos estão exigindo do Vaticano, relatórios e balanço financeiros.

Sem a crença no fantasioso Purgatório, o Vaticano não conseguiria manter seus 4.000 funcionários e sua corte de bispos e cardeais chupins sustentados pelo dinheiro arrecadado no mundo inteiro nas missas pagas para “diminuir o sofrimento das almas penadas”.

O Papa Leão X , do século 16, além de ter sido o Chefe Supremo da Inquisição, tempo de dor e de morte,  considerado pela História como luxuriante, que também se considerou Deus na Terra, o mesmo que perseguiu Lutero para literalmente assá-lo vivo, necessitando terminar o Vaticano, que além de vender lugares no céu por bom dinheiro, costumava dizer: 

" Ao som de cada moeda que cai neste cofre uma alma desprega do purgatório e voa para o Paraíso!" (Tayne, Hist. da Literatura Ing. Coroado pela Acad. Francesa e Vol.  II, pág. 35,de O Papa e o Concílio).

“O Espírito afirma, expressamente, no Evangelho que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios”. (Timóteo, 4.1). 

Todos os preceitos ensinados por homens que não estejam absolutamente fundamentados na Palavra Escrita são ensinos dos demônios.

Por mais de uma dúzia de vezes, o Evangelho nos revela a existência do Inferno, do Céu, mas do Purgatório: nenhuma vez. Nunca jamais se ouviu falar de Jesus ou de seus apóstolos algo parecido com o  tal Purgatório ou Limbo da doutrina católica.

A palavra de Cristo habite em vós ricamente, em toda a sabedoria; ensinai-vos e admoestai-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, louvando a Deus com gratidão em vossos corações”.  Colossenses, 3.16.

Sedo que o Evangelho nos exorta a viver a PALAVRA DE CRISTO, onde a encontraremos senão no próprio Evangelho? Então, se não há uma Palavra de Jesus no Evangelho a respeito do tal Purgatório, esse lugar foi “criado” pelo clero católico.

O Evangelho nos revela que basta o arrependimento sincero do homem e a sua vida voltada ao Senhor para que todos os seus pecados sejam apagados do Livro da Vida, pelo menos enquanto persistir o arrependimento real, que requer uma nova vida de justo diante do Senhor:

“Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para que sejam cancelados os vossos pecados”.  Atos dos Apóstolos, 3.19.

Também o  Antigo Testamento revela:

“Mas se o ímpio fizer penitência de todos os pecados que cometeu, se passar a guardar todos os meus preceitos e proceder com equidade e justiça, certamente viverá e não me lembrarei mais de nenhuma das iniquidades que praticou”.  Senhor Deus, em Ezequiel, 18.21,  nos mostrando que as penitências têm que acontecer aqui na Terra e não num lugar fantasioso, criado pelos homens do catecismo.

Portanto, de acordo com Deus, basta ao pecador se arrepender verdadeiramente de seus pecados e voltar-se a ele, santificando a partir daí os preceitos de Jesus, todos os pecados e todos os resquícios de pecados serão apagados no Livro da Vida.

O Evangelho de Jesus inviabiliza a existência da purgação pelos pecados, pois, conforme o Evangelho, o verdadeiro cristão é inculpável. Se o Espírito Santo de Deus afirma isso, a doutrina católica está carregada de erros ao inventar o tal Purgatório:

Para completar, a Palavra Escrita nos revela que todo o homem justo vivo é visto por Deus como Luzeiro do Mundo:

“...para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio dessa geração pervertida e corrupta, na qual resplandecereis como luzeiros do mundo”.  Filipenses, 2.15.

Se a Palavra de Deus revela tal grandiosidade, é difícil acreditar no tal Purgatório, que não tem nenhuma legitimação no Evangelho de Deus.

Por muitas e muitas vezes, principalmente quando eu integrava o seminário redentorista Colégio Santo Afonso, em Aparecida do Norte,  estive frente a um padre, confessando meus pecados a ele. Depois da minha ladainha de pecados, vinha a sentença:  “Seus pecados foram perdoados, mas como penitência, reze um Pai Nosso e dez Ave-Marias”.

Lá eu ia rezar e saía convicto de que Deus havia me perdoado por intermédio de um homem, também pecador. Se o padre me deu penitência, eu não teria de passar tal pelo Purgatório para purgar minhas faltas. Ou será que teria? Mas para isso acontecer, seria necessária a existência desse lugar de sofrimento transitório. Sabemos, com folga, que o Evangelho legitima, sem sombra alguma de dúvida, a existência dos anjos de Deus, dos anjos de Satanás; do Céu, do Reino de Deus e do Inferno, o reino de Lúcifer, mas do tal Purgatório não há uma só indicação direta, como são diretas a existência do Céu eterno e do Inferno, também eterno segundo a doutrina católica.

Conforme o Evangelho, conforme as Escrituras, o homem pode perdoar os pecados de alguém?

Não há uma só inserção nas Escrituras que indique, nem que seja palidamente, que o homem pode perdoar os pecados cometidos por outra pessoa, a não ser que tais pecados foram cometidos de outra pessoa contra ele próprio, em decorrência da virtude do perdão. Mas o perdão dos pecados cometidos contra o semelhante, contra Deus, contra o Céu, só o próprio Senhor Deus tem o poder de tal grandeza. Pois quando Jesus disse: “A quem perdoardes os pecados, eles serão perdoados”, apenas legava o seu poder de cura física dos doentes:

“Que é mais fácil dizer: Teus pecados te são perdoados ou levanta-te e anda?”.  Jesus, em Lucas, 5.20 a 23.

O Evangelho nos revela que basta o verdadeiro arrependimento para que TODOS os nossos pecados sejam cancelados:

“Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para que sejam cancelados os vossos pecados”.  Atos dos Apóstolos, 3.19.

A doutrina católica reza:

“Quando o sacerdote absolve, é Cristo quem absolve, independente das virtudes ou dos defeitos do ministro”.

Mas isso é um tremendo absurdo espiritual! Quanto a isso, poderia, perante Deus, um padre pedófilo, servo de Satanás, que corrompe  crianças inocentes, incorrendo, portanto, na maldição apregoada por Jesus em Mateus, 18.7, em Nome de Deus perdoar pecados? Poderiam ter perdoado pecados os participantes das torturas e assassinatos da Inquisição?  Mas eles também confessavam os fiéis católicos. Só na cabeça dos tolos poderia se dar tal barbaridade. Deus não usa servos de Satã para servir ao Criador, pois Jesus disse que quem não ajunta com Ele, espalha, é contra ele.

A própria Palavra de Deus se revela bem diferente da estranha doutrina católica:

“Não podeis beber do cálice dos demônios e do cálice do Senhor”. 1 Coríntios 10.21.  O que quer dizer: “Ninguém pode servir ao Senhor e à Satanás ao mesmo tempo”.
Portanto, um padre, bispo ou cardeal pedófilo, ou com outros desvios graves como o homossexualismo, tornaram-se servos de Satanás, conforme Romanos, 1.18 a 27, e, por isso, não podem servir a Deus e muito menos agir por Ele.

O clero católico se baseia no catecismo dos homens para “perdoar” os pecados de um católico por ocasião da confissão, tanto no confessionário quanto nos últimos momentos de um moribundo, mas não há referência bíblica legal que autorize um homem a perdoar os pecados de outro ser humano.

O clero se fundamenta, ao seu modo, nas determinações de Jesus:

“Se de alguns perdoardes os pecados, eles serão perdoados, mas se os retiverdes, serão retidos”. Jesus, em João, 20.23.

Novamente, vejamos então, o que era perdoar os pecados, conforme Jesus?

 “Vendo a fé, Jesus disse ao paralítico: Homem, estão perdoados os teus pecados. Os escribas e fariseus discordavam, dizendo: Quem é este que diz blasfêmias?  Quem pode perdoar os pecados senão Deus? Jesus porém, conhecendo-lhes os corações disse-lhes: Que alegais em vosso coração? Que é mais fácil dizer: Teus pecados te são perdoados ou levanta-te e anda?”.  Jesus, em Lucas, 5.20 a 23.

 “Confessai, pois os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito vale, por sua eficácia, a súplica do justo”. Tiago, 5.16.  Aqui não diz da confissão a um sacerdote e da apregoada faculdade divina de o sacerdote poder perdoar pecados.

“A oração da fé salvará o enfermo, e o Senhor o levantará; e se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados”. Tiago, 5.15.

Serão perdoados os pecados pelo Senhor, mediante a súplica de fé do homem justo, e não perdoados pelo homem justo.

Coisas  absolutamente incríveis acontecem na Igreja Católica:

Escreveu Santo Afonso de Ligório em seu livro “Glórias a Maria”, com a devida autorização da Igreja:

 “Só por intercessão de  Maria que os pecadores recebem o perdão”.

Santo Afonso também atribui a Maria o poder de perdoar nossos pecados,  “caso Deus se negue a isso”. Trata-se, pois, de um tremendo absurdo espiritual, de teor inaceitável, inacreditável, sob todos os aspectos.

Um sacerdote católico defendeu, desta maneira, o tal Purgatório católico:

“Se alguém disser uma palavra contra o Filho do Homem, ser-lhe-á perdoado, mas se disser contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado, nem neste mundo, nem no vindouro”.  Mateus, 12.32. Com isto se entende que pode haver pecados que são perdoados em outra condição de vida, o que só poderia ser no estado do Purgatório.

O Purgatório é o estado no qual se encontra o falecido para que os seus “pecadinhos” ainda pendentes, dos quais não se purificou, sejam perdoados, a fim de que ele possa participar do reino celeste, onde jamais entrará algo impuro:

“Nela, jamais penetrará coisa alguma contaminada, nem o que pratica a abominação e a mentira, mas apenas os inscritos no Livro da Vida do Cordeiro”. Apocalipse, 21.27.

Bem, quanto à afirmação acima, Mateus 12.32, tendo em vista o sacerdote católico aproveitar-se do Evangelho para tentar legitimar o tal Purgatório, Jesus respondia com severidade aos fariseus que tentavam atribuir os milagres que o Espírito Santo de Deus realizava na propagação do cristianismo aos demônios dos infernos. Jesus afirmou que difamar os dons do Espírito Santo de Deus não era passível de perdão. Portanto, nada tem a ver com o fantasioso Purgatório.

O sacerdote utiliza, ainda, o Evangelho no Apocalipse para tentar legitimar o tal Purgatório: “Nela, jamais penetrará coisa alguma contaminada”. Nela, significa na Cidade de Deus, no Reino de Deus. Mas a Palavra Escrita aqui significa que os bodes, os cabritos, de Mateus, 25.31 a 44 não terão vez nessa Cidade, pois estarão contaminados, sobrando a felicidade total para os cordeiros de Jesus, bem identificados no mesmo Mateus, 25.31 a 44. Portanto, nada a ver com Purgatório ou o Limbo católico.

Um outro sacerdote, esse mais famoso, chamado Estêvão, da Ordem de São Bento, escreveu-me a respeito do perdão dos pecados visto pela ótica da tradição católica, no diálogo que se segue:

O padre Estevão escreveu, respondendo a um dos meus Emails:

“Deus perdoa o pecado e o pecado está perdoado, mas a justiça de Deus não é como a justiça do homem; quando o juiz humano absolve o réu a questão está liquidada; o réu fica absolvido com suas paixões e seus impulsos desordenados. No caso de Deus, sabemos por experiência que mesmo depois da absolvição do pecado ficam as raízes do pecado, tanto que o penitente perdoado incorre pouco depois nas mesmas faltas”.

Nós outros:

sabemos por experiência..

Sabemos por experiência? Por experiência? Que experiência? Onde? Como? Quando?

Mas o Evangelho revela bem diferente da tradição católica:

“Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo”.  1 Coríntios 5.10. Por meio do corpo, em vida, e não depois da morte!


O clero “santificou” um criminoso pelo fato de esse ter-se arrependido de seus erros em suas últimas horas na Terra. Isso é sinal de que NÃO há a necessidade do tal Purgatório, pois no perdão, o Senhor lava a alma do pecador.

“Também, de nenhum modo me lembrarei de seus pecados, para sempre”.  Hebreus, 10.17.

 “Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim e dos teus pecados não me lembro”. Isaías, 43.25.

 “Senhor, aspergi-me com um ramo de hissope, e ficarei puro, lavai-me Senhor e ficarei branco como a neve”.  Lamentações de Davi, nos Salmos,   50.9  grego,   51  hebreu.  Se Davi, com seu alto arrependimento ficou branco como a neve, não teria de passar pelo fantasioso Purgatório católico.

Novamente, o senhor está biblicamente errado, meu caro padre Estêvão. Foi por coisas assim que o clero, nas catequeses, utiliza o catecismo dos homens, e não a Bíblia de Deus.

Meu amado padre Estêvão.  “Ficam as raízes do pecado?” Onde Está Escrito isso? Não vale a sua tradição. Quero ver onde Está Escrito. Se o senhor pensa desse modo, nomeia ao próprio Espírito Santo de Deus como um incoerente! Acharia isso possível?

Nada tem a ver aqui I Coríntios, pois Paulo fala da sua abnegação em pregar o Evangelho, e que sofre muito para tentar ser um cristão perfeito, mas diz do sofrimento aqui na Terra.

“Mas esmurro meu próprio corpo reduzindo-o à escravidão...”.

 Ora é essa raiz do pecado que tem que de ser extinta. A raiz do pecado ainda em vida tem de ser extinta.

“Em verdade, ainda que ausente em pessoa, já sentenciei, com se estivesse presente, que o autor de tal infâmia, seja, em Nome do Senhor Jesus, seja esse homem entregue a Satanás, para mortificação do seu corpo, a fim de que sua alma  seja salva no dia do Senhor”.             Concessões do Senhor Deus, na Primeira Carta aos Coríntios,  5.3 a 5.


É bem difícil tentar legitimar o tal Purgatório das culpas arraigadas. Onde Está Escrito que existe uma raiz do pecado que não possa ser perdoada totalmente pelo Senhor, nesta nossa vida?  A Palavra de Deus afirma bem diferente da sua argumentação.  Como coloquei acima, Hebreus nos revela que o perdão de Deus é para sempre!!! Se o perdão é para sempre, fica descartado o fantasioso do Purgatório.

“Eu vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas seremos transformados num piscar de olhos, ao ressoar da última trombeta”. 1 Coríntios 15.51.

“Não queremos, pois, irmãos, que ignorais a respeito dos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança. Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim, também, Deus trará em sua companhia os que dormem. Ora, ainda declaramos, por Palavras do Senhor, que nós os vivos, ficaremos até a Vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem.  Porquanto o Senhor, da a Sua Palavra de ordem, ouvida a voz do Arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles (os que dormiam) entre as nuvens, para o encontro com o Senhor, nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor”.  I Tessalonicenses, capítulo, 4.13 e seguintes.

“Depois, Jesus foi visto por mais de quinhentos irmãos de uma só vez, dos quais a maioria sobrevive até hoje; porém alguns dormem”. 1 Coríntios 15.6.

“Sabendo que aquele que ressuscitou a Jesus Cristo também nos ressuscitará com Jesus e nos apresentará convosco”.  2 Coríntios 4.14.

Portanto, conforme a Palavra de Deus, os mortos, inclusive os nomeados santos católicos pelo papado romano, também Maria, estão dormindo, e se todos os mortos estão dormindo, aguardando a ressurreição final, fica descartada a teoria do obscuro Purgatório e o tal Limbo.  1Tessalonicenses nos revela que os justos que estiverem vivos na Gloriosa Vinda de Cristo, serão transformados e elevados diretamente ao Reino de Deus, portanto, pela Palavra Escrita, a única confiável, com tantas “verdades” pelo mundo, fica descartada totalmente a tese do fantasioso Purgatório e do insensato Limbo católico.

Para ver a grandeza do Criador, teremos de nos descartar do corpo corruptível, para o ingresso no Céu, e esse ingresso só se dará no Dia da Ressurreição Final:

“Na ressurreição, os homens não terão mulheres, nem as mulheres maridos; mas serão como anjos de Deus no céu”.    Revelações de Jesus sobre a eternidade, em Mateus,  22.30.

Com essa revelação de Jesus, fica inteiramente descartada a incrível fantasia pela qual Maria, a santa em vida mãe de Jesus esteja no Reino de Deus intercedendo pelos católicos. Sobretudo, se Maria pudesse esta no Céu, seria apenas um espírito que jamais se lembraria das coisas da Terra:

“Pois eu crio os Novos Céus e Nova Terra, e neles não haverá lembranças das coisas passadas. Jamais haverá memórias delas”.   Isaías, 65.17.

Como está colocado no início, poucas horas antes de seu martírio, Jesus afirma aos seus discípulos que vai subir ao céu, preparar um lugar aos seus amigos, que somos nós também (pois tudo o que disse aos apóstolos vale para todos os cristãos), e depois voltará e resgatará seus eleitos. Portanto, todos os que fizerem por merecer o Céu, estarão dormindo até o Dia da Volta de Jesus, cujos merecimentos estão bem delineados em Mateus, 25.31 a 44. Assim, conforme o próprio Jesus ninguém subirá ao Céu antes do Dia da Volta dele, o Dia da Justiça final. Vejamos, como Jesus deixou bem claro isso. Antes de ser entregue, reuniu seus amigos apóstolos que ali significavam a Humanidade, pois o que revelou a eles revelava a nós outros.

Por isso, essa grande revelação abaixo que se revela como uma GRANDE PROMESSA, foi dirigida também diretamente a você informando, sem sombras de dúvidas, que somente no dia em que Jesus voltar, no Grande Dia do Julgamento Final o Reino de Deus será aberto aos mortais, pela graça e pelo merecimento, assim também como i Inferno.

Antes da revelação Jesus se identifica com toda a autoridade, pois veio à Terra como o Verbo de Deus, que falava diretamente por Deus Pai:

“Não se perturbe o vosso coração. Credes em Deus, credes, também, em mim.  Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu não lhes teria dito. Pois vou preparar-vos um lugar. E quando eu for e vos preparar um lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que onde estou, estejais vós, também”.   Jesus, no Evangelho de João, 14. 1 a 3.


 “Pois eu que crio Novos Céus e Nova Terra e não haverá lembranças das coisas passadas; jamais haverá lembranças delas”. Isaías, 65.17. Lembrando que o Apocalipse também nos revela a criação do Novo Céu e Nova Terra.

Quanto aos “santos mortos”, “santificados” pelo próprio clero católico, o Evangelho não legitima esse tipo de “santificação”, pois só nomeia a santos os homens e mulheres vivos. O Evangelho cita o nome de SANTOS por 77 vezes, mas em todos os casos se refere aos homens justos, os que vivem e vivem a santidade de Jesus. Mas não se refere nem uma única vez a santos mortos.  O próprio apóstolo Paulo se nomeou um SANTO vivo:

“A mim, o menor de todos os santos, me foi dada a graça de pregar entre os gentios...”.  Efésios, 3.8.

Portanto, não existem santos mortos, nem mesmo Maria, Pedro ou Paulo, pois aguardam, dormindo, a Ressurreição da Carne, como reza o Credo católico e as Escrituras. O próprio Paulo afirma que ele também será julgado no dia da Ressurreição Final. Ora, se Paulo estiver já no Céu não teria como ser julgado, depois, no Dia da Grande Volta de Jesus.  Da mesma forma, acontece com Maria e outros santos.

O apóstolo Paulo também se confessou que aguarda o Grande Dia de Jesus para seu ingresso no Reino de Deus:

Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a sua vinda”. 2 Timóteo 4.8.

Coisas das doutrinas dos homens...

Quando hoje um padre ensina a rezar pelos mortos, deveria, então, ou seria melhor, mesmo não tendo efeito algum, que os católicos rezassem assim:

“Senhor, quando meu pai, minha mãe, meus irmãos acordarem no Juízo Final, acordai-os para a glória dos Céus. Amém”.

Pe. Estevão escreveu, querendo justificar a existência de um Purgatório que não existe no Evangelho:

“Ora, é essa raiz do pecado tem que ser extinta para que a criatura possa ver Deus face a face na eternidade; na presença de Deus não subsiste a mínima sombra de pecado, por isso é que mesmo absolvidos do pecado temos que praticar ascese ou mortificação, como São Paulo fazia (1 Cor 9,24-27)”.

Nós outros:

Onde está Escrito RAIZ DO PECADO? No Evangelho não existe tal bobagem... Nem no Antigo Testamento...

O que revela 2 Coríntios a respeito da salvação do pecador?

“Em verdade, ainda que ausente em pessoa, já sentenciei, com se estivesse presente, que o autor de tal infâmia, seja, em Nome do Senhor Jesus, esse homem entregue a Satanás, para mortificação do seu corpo, a fim de que sua alma  seja salva no dia do Senhor”.              Concessões do Senhor Deus, na Primeira Carta aos Coríntios,  5.3 a 5.

Vê, meu prezado padre Estêvão, o próprio 1 Coríntios 9.27 que o senhor citou, vem contra o que tentou legitimar, pois Paulo, o santo homem, se referia a um pecador que para ser salvo na eternidade teria que passar por dissabores ENQUANTO VIVO, aos cuidados do Adversário.  Ou não é Satanás que aborrece o homem? Basta ler Jô para ter a certeza absoluta disso.

Também o Apocalipse nos revela que quem quer salvar-se tem de ter suas obras refinadas pelo fogo, isto é: pelo sofrimento, como está bem colocado em I Coríntios, 5.5:

Aconselho-te de que compres ouro refinado pelo fogo, para te enriqueceres (espiritualmente).  Apocalipse, 3.18.

O Evangelho de Pedro bem diz o que significa prova de fogo, o que nada tem a ver com Purgatório:

 “Amados, não estranhei o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo; pelo contrário, alegrai-vos na medida em que sois co-participantes dos sofrimentos de Cristo”. Primeira Carta de Pedro 4.12. 

Portanto, o fogo aqui significa as tribulações ainda em vida, que santificam o pecador preparando-o para a vida eterna.

Jesus, comparado com o fogo que refina:

“Eis que envio o meu mensageiro... Mas quem poderá suportar o dia da sua vinda? E quem poderá subsistir quando ele aparecer?  Porque ele é como o fogo do ourives e como a soda dos lavandeiros. Assentar-se-á como derretedor e purificador da prata”.  Malaquias, 3. 1 a 3.

O sofrimento em vida comparado com o fogo:

“Farei passar a terceira parte da Terra pelo fogo, e a purificarei como se purifica a prata, e a provarei como se prova o ouro; ela invocará o meu nome, e eu a ouvirei, e direi: é meu povo, e ela me dirá: O Senhor é meu Deus”.  Zacarias, 13.9.

Fogo benéfico, mas nada a ver com o fantasioso Purgatório:

“Se teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber, porque, fazendo isso, amontoarás brasas vivas sobre a tua cabeça”.  Romanos, 12.20.

O pobre Pe. Estevão escreveu:

“Essa ascese tem em vista purificar o coração das escórias do pecado remanescentes; caso não o consiga nessa vida fica por misericórdia de Deus uma oportunidade póstuma, que é o purgatório. Este não é um castigo, mas é um estado d'alma (não topográfico), em que o indivíduo repudia radicalmente as raízes do pecadinho que lhe ficou na alma. Isto está insinuado em 1 Cor 3,10-15 e é explicitamente professado pelos judeus desde 2 Mac 12,38-45 (livro este que Lutero rejeitou da Bíblia)”.

Nós outros: O senhor escreveu:

“...caso não o consiga nessa vida fica por misericórdia de Deus uma oportunidade póstuma”.

Oportunidade póstuma? Isso é doutrina espírita, e não cabe, de modo algum, nas Escrituras. Nas escrituras não existe qualquer possibilidade de oportunidade nova depois da morte!

Por isso, Jesus advertiu que virá como um ladrão, ou seja, em hora imprópria e sem avisar.

Se o tal Purgatório não seria um castigo, então Deus seria incoerente ao fazer queimar no fogo, fazendo sofrer bastante o espírito de um católico.

 Quanto ao Livro de Macabeus, eu não aceito, pois além de ser um livro apócrifo, de procedência duvidosa, há ainda o agravante de esse livro legitimar o sábado como o Daí do Senhor, e não o domingo católico, caracterizando-se a doutrina católico como dois pesos e duas medidas, pois o tal livro serve para um preceito, mas para outro não, vamos, pois, ficar apenas com o EVANGELHO, e assim, vamos nos inteirar do preceito que o senhor colocou: 1 Coríntios 3.10 e seguintes:

“Segundo a graça de Deus que me foi dada, pus eu, como sábio arquiteto, o fundamento, e outro edifica sobre ele; mas veja cada um como edifica sobre ele. Porque ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo. E, se alguém sobre este fundamento formar um edifício de ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha. A obra de cada um se manifestará; na verdade o dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um. Se a obra que alguém edificou nessa parte permanecer, esse receberá galardão. Se a obra de alguém se queimar, sofrerá detrimento; mas o tal será salvo, todavia como pelo fogo”.

Bem, primeiramente Paulo foi bem claro e específico quanto à existência do Céu e do Inferno, mas jamais citou o tal Purgatório, pois se houvesse, por certo teria citado. No mais, quando o Evangelho diz do fogo, diz do sofrimento em vida, e não depois da morte. Vamos ver isso na primeira Carta de Pedro:

O Evangelho de Pedro bem diz o que significa prova de fogo, o que nada tem a ver com Purgatório:

 “Amados, não estranhei o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo; pelo contrário, alegrai-vos na medida em que sois co-participantes dos sofrimentos de Cristo”. Primeira Carta de Pedro, 4.12. 

Portanto, o fogo aqui, assim como em Coríntios,3.10, significa as tribulações ainda em vida, que santificam o pecador preparando-o para a vida eterna.


Bem, quando se tratam dos Dez Mandamentos, as Dez Leis que Jesus legitimou, também no Evangelho (Mateus, 5.17 e seguintes), o clero e evangélicos alegam que são “coisas de judeus”, principalmente o Mandamento do santo sábado, mas o clero para legitimar o tal Purgatório católico, completamente inexistente no Evangelho de Jesus, usam os livros de judeus, “coisas de judeus”, principalmente Macabeus, que foram feitos para mostrar as batalhas israelitas contra seus ofensores para tentar justificar o inexistente Purgatório. Esses livros nunca foram inspirados, pois só mostram guerras de sangue.

Acaso a Páscoa, tão celebrada no cristianismo, não é “coisa de judeus”? Ora, a páscoa é a comemoração do grande evento da libertação dos judeus da escravidão no Egito. Então, jamais alguém poderia ter o direito de separar o que Deus não separa.

Mas não existe no Evangelho oportunidade póstuma alguma. Jesus afirma que ele virá como um ladrão, sem marcar hora, e isso quer dizer que depois do tocar da primeira trombeta pelos anjos, não haverá mais chances algumas de arrependimento.

Por falar  em “coisas de judeus”, vamos ver o que a Palavra Escrita nos revela a respeito dos judeus e de nós todos:

Não há distinção entre judeu e grego, uma vez que Deus é o Senhor de todos”.  Romanos, 9.27. Portanto, as Dez Leis, as obrigações, as graças e a salvação, são para todos.

Jesus não veio para modificar nenhuma das determinações do Senhor ao homem, pois pela religião da Graça e da Liberdade, mesmo amando a humanidade até ao choro, como vimos no Evangelho, Jesus não retirou as promulgações do Pai a respeito da dor do parto das mulheres aumentado pelo Criador em Gênesis, 3.16, como também não revogou uma só das letras da Lei, das leis do Monte Sinai. Detalhes em meu blog:


Quando o Senhor institui um dia de descanso, chamado abençoado, ele se dirigia à Humanidade, de todos os tempos, assim como se dirigiu a todas as mulheres do mundo, em Gênesis, 3.16, quando aumentou a dor do parto nas mulheres e determinou que o homem teria de sobreviver mediante as tribulações do trabalho pelo suor do corpo. Então essa história de que o Decálogo, os Dez Mandamentos só foram promulgados para os israelitas é um absurdo sem tamanho, notório em pessoas que desconhecem as Escrituras

Sobretudo, não vale os dois livros de Macabeus, nos quais os clérigo se apegam para tentar legitimar o culto santos mortos e o tal Purgatório, além de não ser um livro aceito pelos evangélicos por ter procedência duvidosa, foi colocado pelo clero como sendo livro inspirado apenas para tentar legitimar o tal Purgatório, Purgatório esse nunca referido por Jesus ou por seus discípulos, nem mesmo pelo maior dos apóstolos, que tantas coisas Escreveu. Se o Evangelho Escreveu até detalhes nos quais  uma mulher não pode se manifestar na Igreja ou outros detalhes de menor valor, como não escreveria sobre algo que seria altamente importante, se de fato houvesse, o tal Purgatório e o Limbo?

No mais, Macabeus, além de não ser aceito pelos evangélicos por ser livro de procedência não clara, é um livro com fortes erros doutrinários, se comparado como o Evangelho, pois diz da utilidade das orações pelos mortos e da intercessão dos santos, como se no Céu os santos e Maria, puros espíritos, sem gênero, portanto, sem identidades com as coisas da Terra, conforme Mateus, 22.30, pudessem ter a sua felicidade não perfeita ao terem de se preocupar, ainda, com as coisas da Terra. Que Paraíso perfeito seria esse se lá houvesse sentimentos de preocupações? Se isso fosse possível, por certo Deus teria falhado em seu próprio Reino. Além do mais, o Evangelhos nos revela que todos os mortos estão dormindo, aguardando o Dia da Volta de Jesus.

Finalizando, como já citei, se aceitarmos Macabeus, um livro “coisas de judeus”, como livro inspirado, teremos de guardar e santificar os santos sábados e destruir todas as imagens e estátuas católicas. Macabeus prega o santo sábado nada mais que nove vezes. Fora disso, é tudo incoerência.

 Pe. Estevão escreveu:  

“Creio que o que nos desune são mal entendidos e preconceitos”.

Nós outros:

Não, meu caro padre Estêvão, o que desune evangélicos e católicos é apenas a aceitação ou não da Palavra Escrita, somente da Bíblia. Posso dizer a alguém, e ele pode até acreditar, que o imóvel que moro há 23 anos é meu. Mas para alguém ter a certeza de que é meu, ele terá de ir ao Cartório de Registro de Imóveis conferir, ou eu mostrar-lhe a Escritura devidamente autenticada. Se não estiver escrito isso, minha palavra jamais valerá, mesmo que todos pensem que o imóvel é meu, por morar tanto tempo nele. Portanto, também na doutrina tudo tem de estar escrito. Se Deus Escreveu, não vale outros ramais, pois em caso diferente, Ele seria imperfeito ao Escrever só uma das partes que nos interessa.  Pelo que o senhor escreveu, percebe-se que não tem senso de raciocínio, meu amado padre Estêvão. Desculpe-me, mas é fácil concluir isso....

Pe. Estevão escreveu:

“Como lhe disse ontem nosso diálogo começa com base na tradição oral: o protestante usa a Bíblia que a tradição oral dos judeus de Jamnia lhe recomenda, e o católico usa a Bíblia que a tradição Alexandrina, usada pelos apóstolos, recomendada”.

Nós outros:

“Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a educação na Justiça”.  A Palavra de Deus em Timóteo, 3.16.

 Escritura para mim é a Palavra Escrita de Deus, não tradições do homem,  cartas pastorais ou escritos católicos.

A própria Bíblia legitima a ela própria como sendo a única fonte doutrinária pela qual o homem tem de se fundamentar:

“Mas, ainda que nós, ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue o Evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja amaldiçoado”. Paulo, em Gálatas, 1.8.

Paulo, o maior dos Apóstolos, já recomendava, falando a respeito de o homem tentar adivinhar o Dia da Vinda de Jesus:

“Não ultrapasseis o que Está Escrito; afim de que ninguém se assoberbe que a favor de um e em detrimento de outro”. 1 Coríntios 4.6.

 “Se dissermos que não temos pecado algum, estamos mentindo, mas se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”  1 João 1. 8 e 9.

Conforme a Bíblia, o perdão de Deus aos arrependidos convictos não pode ser compreendido como sendo ministrado pela metade. Para deixar um exemplo claro disso, num momento, Jesus perdoou completamente ao pecador também crucificado ao seu lado de tal forma que o habilitou a alcançar um lugar no Paraíso, futuramente, no Grande Dia de Jesus.   Só de Deus vem a Verdade, ainda no Antigo Testamento:

 “Mas se o ímpio fizer penitência de todos os pecados que cometeu, se passar a guardar todos os meus preceitos e proceder com equidade e justiça, certamente viverá e não me lembrarei mais de nenhuma das iniquidades que praticou”. Senhor Deus, em Ezequiel, 18.21,  nos mostrando que as penitências têm que acontecer aqui na Terra e não num lugar fantasioso, criado pelos homens do catecismo.

“Pois para com suas iniquidades usarei de misericórdia, e de seus pecados jamais me lembrarei... PARA SEMPRE”. Hebreus, 10.17.

“Bem-aventurado o homem a quem Deus não imputará pecado”. Romanos, 4.8.

 “Eis que ficaste são. Já não peques mais para não te acontecer coisa pior”.
Advertência de Jesus, em  João, 5.14. Se Jesus afirmou que o pecador acabara de ficar são, não haveria como Deus aplicar-lhe, depois, um castigo como complemento ao perdão.

Paulo não foi um grande pecador ao perseguir a Igreja de Jesus e de ter sido cúmplice do assassinato de Estêvão?  Será que por isso Paulo também irá para o tal Purgatório católico?

O Senhor Deus, por certo, perdoou os pecados de Paulo de Tarso, um perseguidor da Igreja Emergente, mas depois um homem inteiramente dedicado à evangelização. Ele próprio disse que em breve estaria com seu Mestre Jesus, acaso Paulo, que também está dormindo, teria passado pelo Purgatório? Simão Pedro também errou gravemente, mas depois se arrependeu e viveu uma vida dedicada inteiramente a Jesus, acaso também foi para o Tal Purgatório?  Da mesma forma, Jesus estaria mentindo ao afirmar ao bandido crucificado ao seu lado que naquele  mesmo dia estaria com ele no Paraíso.  Isso porque na ótica da tradição católica, esses três homens citados  também teriam de passar pelo fantasioso Purgatório.

Waldecy Antonio Simões    walasi@uol.com.br

Todos os meus escritos são livres para publicações, desde que os textos não sejam alterados.


Abaixo alguns de meus blogs que completam esse presente arquivo:














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 “Então, no Reino do Pai, os justos resplandecerão como o Sol”.  Promessa de Jesus, em Mateus, 13.43